JAC BAURU 2025
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Programação
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Confira os palestrantes! Confira quem irá prestigiar a JAC em 2024!
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05 DE OUTUBRO | 9H
Mariéle Diniz Cortez
Nomeação Bidirecional: uma proposta de desenvolvimento da linguagem e aplicações recentes
Em sua obra seminal, Horne e Lowe (1996) definiram nomeação (naming) como uma relação comportamental de ordem superior que: a) combina o comportamento convencional de falante e ouvinte dentro do indivíduo, b) não requer reforçamento tanto do comportamento de falante quanto do de ouvinte para ser estabelecida, e c) se relaciona com classes de objetos e eventos. A proposta foi baseada em pesquisas da psicologia do desenvolvimento para sustentar a ideia de que a nomeação evolui a partir da interação entre os repertórios de ouvinte e de falante (e.g., ecoicos e tatos) ao longo do desenvolvimento da linguagem. Este minicurso terá por principais objetivos apresentar, com base na teoria da nomeação bidirecional, como se dá o desenvolvimento da linguagem em crianças típicas e como a comunidade verbal estabelece o caráter simbólico do comportamento verbal. Além dos aspectos conceituais que embasam essa proposta, serão apresentadas aplicações recentes que implementaram estratégias para desenvolver diferentes repertórios verbais (incluindo comportamentos verbais complexos) em crianças com desenvolvimento típico e em crianças com transtorno do espectro do autismo.

05 DE OUTUBRO | 9H
Mariéle Diniz Cortez
Nomeação Bidirecional: uma proposta de desenvolvimento da linguagem e aplicações recentes
Em sua obra seminal, Horne e Lowe (1996) definiram nomeação (naming) como uma relação comportamental de ordem superior que: a) combina o comportamento convencional de falante e ouvinte dentro do indivíduo, b) não requer reforçamento tanto do comportamento de falante quanto do de ouvinte para ser estabelecida, e c) se relaciona com classes de objetos e eventos. A proposta foi baseada em pesquisas da psicologia do desenvolvimento para sustentar a ideia de que a nomeação evolui a partir da interação entre os repertórios de ouvinte e de falante (e.g., ecoicos e tatos) ao longo do desenvolvimento da linguagem. Este minicurso terá por principais objetivos apresentar, com base na teoria da nomeação bidirecional, como se dá o desenvolvimento da linguagem em crianças típicas e como a comunidade verbal estabelece o caráter simbólico do comportamento verbal. Além dos aspectos conceituais que embasam essa proposta, serão apresentadas aplicações recentes que implementaram estratégias para desenvolver diferentes repertórios verbais (incluindo comportamentos verbais complexos) em crianças com desenvolvimento típico e em crianças com transtorno do espectro do autismo.

05 DE OUTUBRO | 9H
Mariéle Diniz Cortez
Nomeação Bidirecional: uma proposta de desenvolvimento da linguagem e aplicações recentes
Em sua obra seminal, Horne e Lowe (1996) definiram nomeação (naming) como uma relação comportamental de ordem superior que: a) combina o comportamento convencional de falante e ouvinte dentro do indivíduo, b) não requer reforçamento tanto do comportamento de falante quanto do de ouvinte para ser estabelecida, e c) se relaciona com classes de objetos e eventos. A proposta foi baseada em pesquisas da psicologia do desenvolvimento para sustentar a ideia de que a nomeação evolui a partir da interação entre os repertórios de ouvinte e de falante (e.g., ecoicos e tatos) ao longo do desenvolvimento da linguagem. Este minicurso terá por principais objetivos apresentar, com base na teoria da nomeação bidirecional, como se dá o desenvolvimento da linguagem em crianças típicas e como a comunidade verbal estabelece o caráter simbólico do comportamento verbal. Além dos aspectos conceituais que embasam essa proposta, serão apresentadas aplicações recentes que implementaram estratégias para desenvolver diferentes repertórios verbais (incluindo comportamentos verbais complexos) em crianças com desenvolvimento típico e em crianças com transtorno do espectro do autismo.

05 DE OUTUBRO | 9H
Izadora Perkoski
Análise do comportamento na era digital: planejando contingências para a autonomia humana em um mundo de dark patterns
As tecnologias digitais contemporâneas constituem um dos mais potentes conjuntos de variáveis que afetam o comportamento humano em larga escala. O desenvolvimento tecnológico é uma forma de planejamento cultural e exige que os profissionais da área assumam a responsabilidade de construir ambientes digitais que fortaleçam a autonomia e a dignidade humana em oposição a modelos exploratórios. Esta palestra oferece uma análise de como os princípios da Análise do Comportamento podem ser aplicados para uma dupla finalidade: primeiro, para investigar criticamente os efeitos das tecnologias digitais sobre o comportamento e, segundo, para informar o design de soluções tecnológicas que promovam o bem-estar e a autonomia. Inicialmente, a apresentação abordará como as arquiteturas digitais, de plataformas de redes sociais a sistemas de gamificação, operam através de contingências de reforçamento precisamente programadas. Será realizada uma análise crítica dos chamados "padrões manipulativos" (dark patterns), contingências que visam a maximização do engajamento para fins comerciais, muitas vezes em detrimento do indivíduo. Em um segundo momento, a palestra se concentrará nas contribuições da Análise do Comportamento como uma ciência de design. Argumenta-se que a mesma ciência que permite a análise de contingências prejudiciais também oferece ferramentas conceituais e técnicas para a construção de alternativas éticas.

05 DE OUTUBRO | 9H
Izadora Perkoski
Análise do comportamento na era digital: planejando contingências para a autonomia humana em um mundo de dark patterns
As tecnologias digitais contemporâneas constituem um dos mais potentes conjuntos de variáveis que afetam o comportamento humano em larga escala. O desenvolvimento tecnológico é uma forma de planejamento cultural e exige que os profissionais da área assumam a responsabilidade de construir ambientes digitais que fortaleçam a autonomia e a dignidade humana em oposição a modelos exploratórios. Esta palestra oferece uma análise de como os princípios da Análise do Comportamento podem ser aplicados para uma dupla finalidade: primeiro, para investigar criticamente os efeitos das tecnologias digitais sobre o comportamento e, segundo, para informar o design de soluções tecnológicas que promovam o bem-estar e a autonomia. Inicialmente, a apresentação abordará como as arquiteturas digitais, de plataformas de redes sociais a sistemas de gamificação, operam através de contingências de reforçamento precisamente programadas. Será realizada uma análise crítica dos chamados "padrões manipulativos" (dark patterns), contingências que visam a maximização do engajamento para fins comerciais, muitas vezes em detrimento do indivíduo. Em um segundo momento, a palestra se concentrará nas contribuições da Análise do Comportamento como uma ciência de design. Argumenta-se que a mesma ciência que permite a análise de contingências prejudiciais também oferece ferramentas conceituais e técnicas para a construção de alternativas éticas.

05 DE OUTUBRO | 9H
Izadora Perkoski
Análise do comportamento na era digital: planejando contingências para a autonomia humana em um mundo de dark patterns
As tecnologias digitais contemporâneas constituem um dos mais potentes conjuntos de variáveis que afetam o comportamento humano em larga escala. O desenvolvimento tecnológico é uma forma de planejamento cultural e exige que os profissionais da área assumam a responsabilidade de construir ambientes digitais que fortaleçam a autonomia e a dignidade humana em oposição a modelos exploratórios. Esta palestra oferece uma análise de como os princípios da Análise do Comportamento podem ser aplicados para uma dupla finalidade: primeiro, para investigar criticamente os efeitos das tecnologias digitais sobre o comportamento e, segundo, para informar o design de soluções tecnológicas que promovam o bem-estar e a autonomia. Inicialmente, a apresentação abordará como as arquiteturas digitais, de plataformas de redes sociais a sistemas de gamificação, operam através de contingências de reforçamento precisamente programadas. Será realizada uma análise crítica dos chamados "padrões manipulativos" (dark patterns), contingências que visam a maximização do engajamento para fins comerciais, muitas vezes em detrimento do indivíduo. Em um segundo momento, a palestra se concentrará nas contribuições da Análise do Comportamento como uma ciência de design. Argumenta-se que a mesma ciência que permite a análise de contingências prejudiciais também oferece ferramentas conceituais e técnicas para a construção de alternativas éticas.

04 DE OUTUBRO | 9H
Hernando Borges Neves Filho
Exemplos de uma ciência comportamental da desinformação: Entre o Behaviorismo Radical e o Interbehaviorismo
Pesquisador com trajetória dedicada à criatividade, cultura e à interface entre filosofia da ciência e análise do comportamento, Hernando traz reflexões sobre como diferentes tradições do behaviorismo ajudam a compreender a disseminação da desinformação. Sua palestra discutirá exemplos aplicados que mostram como perspectivas distintas — do Behaviorismo Radical ao Interbehaviorismo — podem iluminar tanto os mecanismos de propagação quanto possibilidades de enfrentamento desse fenômeno

04 DE OUTUBRO | 9H
Hernando Borges Neves Filho
Exemplos de uma ciência comportamental da desinformação: Entre o Behaviorismo Radical e o Interbehaviorismo
Pesquisador com trajetória dedicada à criatividade, cultura e à interface entre filosofia da ciência e análise do comportamento, Hernando traz reflexões sobre como diferentes tradições do behaviorismo ajudam a compreender a disseminação da desinformação. Sua palestra discutirá exemplos aplicados que mostram como perspectivas distintas — do Behaviorismo Radical ao Interbehaviorismo — podem iluminar tanto os mecanismos de propagação quanto possibilidades de enfrentamento desse fenômeno

04 DE OUTUBRO | 9H
Hernando Borges Neves Filho
Exemplos de uma ciência comportamental da desinformação: Entre o Behaviorismo Radical e o Interbehaviorismo
Pesquisador com trajetória dedicada à criatividade, cultura e à interface entre filosofia da ciência e análise do comportamento, Hernando traz reflexões sobre como diferentes tradições do behaviorismo ajudam a compreender a disseminação da desinformação. Sua palestra discutirá exemplos aplicados que mostram como perspectivas distintas — do Behaviorismo Radical ao Interbehaviorismo — podem iluminar tanto os mecanismos de propagação quanto possibilidades de enfrentamento desse fenômeno

04 DE OUTUBRO |11H
Denis Roberto Zamignani
Estigma imposto a populações minorizadas e seu manejo na terapia afirmativa Analítico-Comportamental
Com extensa experiência em clínica analítico-comportamental e estudos de caso em diferentes modalidades terapêuticas, Denis discutirá como práticas de estigmatização impactam populações minorizadas. A palestra abordará estratégias de manejo fundamentadas na terapia afirmativa e trará exemplos práticos de como a análise do comportamento pode contribuir para práticas clínicas mais inclusivas e transformadoras

04 DE OUTUBRO |11H
Denis Roberto Zamignani
Estigma imposto a populações minorizadas e seu manejo na terapia afirmativa Analítico-Comportamental
Com extensa experiência em clínica analítico-comportamental e estudos de caso em diferentes modalidades terapêuticas, Denis discutirá como práticas de estigmatização impactam populações minorizadas. A palestra abordará estratégias de manejo fundamentadas na terapia afirmativa e trará exemplos práticos de como a análise do comportamento pode contribuir para práticas clínicas mais inclusivas e transformadoras

04 DE OUTUBRO |11H
Denis Roberto Zamignani
Estigma imposto a populações minorizadas e seu manejo na terapia afirmativa Analítico-Comportamental
Com extensa experiência em clínica analítico-comportamental e estudos de caso em diferentes modalidades terapêuticas, Denis discutirá como práticas de estigmatização impactam populações minorizadas. A palestra abordará estratégias de manejo fundamentadas na terapia afirmativa e trará exemplos práticos de como a análise do comportamento pode contribuir para práticas clínicas mais inclusivas e transformadoras

05 DE OUTUBRO | 9H
Bianca Longhitano
Delineamentos culturais do relacionar-se: contribuições da não-monogamia
Pesquisadora atuante em temas de relacionamentos e não-monogamia, Bianca explora as dimensões culturais do modo como nos relacionamos. Seu minicurso propõe refletir sobre diferentes possibilidades de vínculo, analisando práticas relacionais à luz da análise do comportamento e suas interfaces com a cultura. A atividade busca ampliar repertórios para compreensão de modelos não hegemônicos de relacionamento e suas implicações éticas e sociais

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Bianca Longhitano
Delineamentos culturais do relacionar-se: contribuições da não-monogamia
Pesquisadora atuante em temas de relacionamentos e não-monogamia, Bianca explora as dimensões culturais do modo como nos relacionamos. Seu minicurso propõe refletir sobre diferentes possibilidades de vínculo, analisando práticas relacionais à luz da análise do comportamento e suas interfaces com a cultura. A atividade busca ampliar repertórios para compreensão de modelos não hegemônicos de relacionamento e suas implicações éticas e sociais

05 DE OUTUBRO | 9H
Bianca Longhitano
Delineamentos culturais do relacionar-se: contribuições da não-monogamia
Pesquisadora atuante em temas de relacionamentos e não-monogamia, Bianca explora as dimensões culturais do modo como nos relacionamos. Seu minicurso propõe refletir sobre diferentes possibilidades de vínculo, analisando práticas relacionais à luz da análise do comportamento e suas interfaces com a cultura. A atividade busca ampliar repertórios para compreensão de modelos não hegemônicos de relacionamento e suas implicações éticas e sociais
Jornada de Análise
do Comportamento
de Bauru
APOIO
Departamento de Psicologia
Unesp - Bauru
Coordenação do Curso
de Psicologia
Unesp - Bauru
FAPESP
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
JAC Bauru - 2024. Todos os direitos reservados.
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